Home Data de criação : 10/02/09 Última atualização : 12/01/27 11:17 / 34 Artigos publicados

Oração de São Francisco  (Orações) escrito em sexta 27 janeiro 2012 08:17

Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz!

Onde houver ódio, que eu leve o amor;

onde houver onfensa, que eu leve o perdão;

onde houver discórdia, que eu leve a união;

onde houver dúvida, que eu leve a fé;

onde houver erro, que eu leve a verdade;

onde houver desespero, que eu leve a esperança;

onde houver tristeza, que eu leve a alegria;

 onde houver trevas, que eu leve a luz!

Ó Mestre, fazei que eu procure mais consolar, que ser consolado;

compreender, que ser compreendido; 

amar, do que ser amado. Pois é dando que se recebe, perdoando que se é perdoado

e é morrendo que se vive para a vida eterna!

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O sentido da Vida!  (Diversos) escrito em sexta 27 janeiro 2012 07:49

Todo ser humano está sujeito – desde que nasce – a passar por sofrimentos em sua vida. Não somente sofrimento, também alegrias e realizações. Porém, parece-nos que passamos por mais sofrimentos que alegrias. Isso devido ao fato de lembrarmos – quase que a maioria das pessoas - mais dos fatos dolorosos que dos fatos alegres! Fatos alegres esquecemos mais rápido. E muitas das vezes não vemos saída para os nossos problemas.

Viktor E. Frankl, filósofo e psicólogo alemão, descendente de judeus, vivenciou os tormentos nos campos de concentração dos alemães, principalmente o de Auschwitz, na Polônia. Sofreu inúmeros tormentos e os relata em seu livro: “Em busca de sentido” (Editora Vozes); no qual auxilia como médico-preso e aproveita para analisar o comportamento dos presos, até que ponto pode chegar o homem quando o mesmo passa por tormentos insuportáveis, tornando-se quase como um animal em cativeiro.

Para Frankl, a maioria que se matou – seja agarrando-se nas cercas eletrificadas ou não fazendo mais nada, especialmente não comer – foi porque perderam o sentido da sua vida. Perderam o sentido de viver, o porquê de continuar a viver, perderam a esperança! E os que conseguiram sobreviver foi devido à luta pela vida, que apesar de estarem presos, tinham esperança de saírem vivos e re-verem suas mulheres, seus filhos. O pensamento de que há alguém lá fora esperando ou as crianças para cuidar, educar, estimulava os presos à lutar pela vida e a terem confiança. E o que mais causou admiração em Frankl foi a busca de Deus, a espiritualidade dos homens tornava-os mais fortes, principalmente em meio às maiores dores. Sem contar ter que comer uma sopa rala, com um pouco de ervilhas.

O que salvou a vida de muitos na II Guerra Mundial, pode hoje também salvar a muitos, inclusive da depressão, do desespero, do pânico! A busca pelo sentido da nossa vida, da nossa existência deve nos mover a cada dia. Afinal, para que serve a minha vida? Será que realmente não sirvo pra nada como posso pensar de mim mesmo ou como os outros pensam de mim? Pra nada não servimos! Mas servimos muito para os outros!

Muitas pessoas dependem da nossa ajuda, e isso não é agir com orgulho, arrogância, achando que somos melhores que os outros. Mas só o fato de podermos contribuir com alguém: uma palavra, uma força em carregar algo, até mesmo um problema que para o outro é demais, já é um começo e um sentimento de realização por ajudar alguém. Jesus mesmo precisou que Simão Cirineu o ajudasse a carregar a cruz (Mc 15, 21), não é mesmo?

Em busca de sentido, de Frankl, vem em auxílio àqueles que já não tem nenhum sentido na vida. Ele que apesar de ter sofrido no campo de concentração, ter ficado doente e muito magro, não desistiu de lutar pela vida, mesmo sabendo que toda a sua família tinha sido assassinada! O mesmo o fez Jesus Cristo por nós, não desistiu! Portanto, lute pela tua vida, pelo sentido de sua existência e que Deus nosso Senhor te ajude a encontrar o sentido da tua vida: AMAR!

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Oração da Serenidade  (Orações) escrito em segunda 25 julho 2011 09:15

" Deus, conceda-nos a a serenidade necessária para

 aceitarmos as coisas que não podemos modificar, coragem

 para modificar aquelas que podemos, e sabedoria para

distinguir uma das outras."

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12 Passos Narcóticos Anônimos - NA  (Diversos) escrito em domingo 24 julho 2011 19:01

1. Admitimos que éramos impotentes perante a nossa adicção, que nossas vidas tinham se tornado incotroláveis.

2. Viemos a acreditar que um Poder maior do que nós poderia devolver-nos à sanidade.

3. Decidimos entregar nossa vontade e nossas vidas aos cuidados de Deus, da maneira como nós O compreendíamos.

4. Fizemos um profundo e destemido inventário moral de nós mesmos.

5. Admitimos a Deus, a nós mesmos e a outro ser humano a natureza exata das nossas falhas.

6. Prontificamos-nos inteiramente a deixar que Deus removesse todos os defeitos de caráter.

7. Humildemente pedimos a Ele que removesse nossos defeitos.

8. Fizemos uma lista de todas as pessoas que tínhamos prejudicado, dispusemo-nos a fazer reparações a todas elas.

9. Fizemos reparações diretas a tais pessoas, sempre que possível, exceto quando fazê-lo pudesse prejudicá-las ou a outras.

10. Continuamos fazendo o inventário pessoale, quando estávamos errados, nós o admitíamos prontamente.

11. Procuramos, através de prece e meditação, melhorar o nosso contato consciente com Deus, da maneira como nós O compreendíamos, rogando apenas o conhecimento da Sua vontade em relação a nós, e o poder de realizar essa vontade.

12. Tendo experimentado um despertar espiritual, como resultado destes passos, procuramos levar esta mensagem a outros adictos e praticar estes princípios em todas as nossas atividades.

Fonte: Narcóticos Anônimos (Narcotics Anonymous); livro azul.

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Não podemos aceitar isso: Legalizar é respeitar escolhas (opinião de uma economista)  (Drogas) escrito em sábado 11 junho 2011 19:29

Legalizar drogas é respeitar escolhas
 
         O uso de narcóticos é antediluviano, como mostra brilhantemente Richard Davemport-Hines em seu clássico " The Pursuit of Oblinvion". Por essa razão, deve-se lidar com esse fato do realismo e sem qualquer preconceito.
         Fernado Henrique Cardoso, corretamente defendeu recentemente a liberalização da maconha para consumo próprio, alinhando-se com alguns ex-presidentes latino-americanos e com Mario Vargas Llosa (Nobel de Literatura 2010).
         Todavia, há que se ter um debate envolvendo todas as drogas.
         A vida de um viciado e de sua família é um fardo. O consumo delas possui efeitos colaterais, físicos e sociais, é fato. mas apenas poucos usuários tornan-se viciados, inclusive os de drogas ditas "pesadas". Mesmo assim, a dependência, que psicológica seja, é prejudicial, como no caso das drogas legais.
         Mas o consumo e a venda de drogas vêm acompanhados de corrupção e violência. A melhor solução para esses problemas talvez seja a legalização dos mercados.
         Os economistas conservadores Milton Friedman (Nobel, 1976), já falecido, e Garry Becker (também Nobel, 1992) são defensores da legalização de todas as drogas devido a dois argumentos, um prático e outro ético.
         O primeiro argumento é que ela diminuiria o crime. Isso é relativo: essa é uma atividade especializada e, portanto, os criminosos migrariam para outros mercados ilegais com a descriminalização.
         Contudo, os lucros do tráfico são enormes, incentivando essa atividade ilegal mais do que outras. Por exemplo, a cada ano, entram na Europa e nos Estados Unidos algo em torno de mil toneladas de cocaína pura, que rendem uma margem de lucro de 2.000% ao atacadista.
         A proibição do mercado cria incentivos tortos, e a polícia repressiva gera o resultado oposto ao almejado: aumento do lucro dos traficantes. O consumo de drogas vai ocorrer de qualquer forma; melhor então que o mercado seja legal.
         A legalização diminuiria sensivelmente o tráfico de drogas e rentabilidade do crime. Ela também geraria benefício da regulação e arrecadação tributária, cujos recursos seriam usados para combater a demanda no longo prazo, via informação ao consumidor.
         O segundo argumento está fundamentado em John Stuart Mill, filósofo, lógico e economista clássico inglês. Ninguém tem o direito de violar a liberdade de uma pessoa, nem o Estado: se um indivíduo, com autonomia, vai fazer algo que o prejudique, tanto faz, isso é um direito inviolável dele, desde que as suas ações não causem danos para os outros indivíduos.
         A legalização do mercado de drogas é um mal, mas menor e necessário. Do ponto de vista moral, contudo, trata-se, nesse caso, de respeitar a autonomia e a liberdade de escolha individuais.
 
[Marcos Fernandes G. da Silva, economista da FGV, é autor dos livros "Ética e Economia", "Economia Política da Corrupção no Brasil" e "Formação Econômica do Brasil: Uma Reinterpretação Contemporânea". E-mail (dele): mfgdasilva@uol.com.br]
 
(Folha de São Paulo, Domingo, 5 de junho de 2011, Ano 91, nº30.013,)

Eis a minha resposta a ele:

Drogas

O artigo de Marcos Fernandes G da Silva, "Legalizar as drogas é respeitar escolhas" ("Tendências/Debates", 5/6), vale-se para fundamentar seu pensamento de dois argumentos que nada mais são que falácias.

Argumenta que "poucos usuários tornan-se viciados". Isso é mentira. Qual a comprovação científica de que a legalização diminuiria o crime? Ela causaria, sim, um aumento tanto na criminalizade como no tráfico, pois os traficantes estariam liberados.

É ético, moral, arrecadar dinheiro com a morte de terceiros?

Quanto ao outro argumento, ninguém tem o direito de atentar contra a própria vida. Qual o controle que um usuário tem sobre si mesmo? Nenhum!

E o autor, o senhor Marcos, é apenas um economista preocupado com a rentabilidade, o capital e não com as pessoas. [Folha de São Paulo, sexta-feira, 10 de junho 2011, Tendências/Debates] 

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